Aperto
Aperto na goela, aperto no estômago, coração e a alma suplicando...
É assim que sinto meu corpo, cambaleante de incerteza,tristeza e sentindo toda indelicadeza de ser, apenas, mais uma na estatística existente de uma madrugada fria de uma visita indesejada, a pandemia...
Mas espero ter a proeza de levantar-me refeita...Nem que seja pela metade, e sem a metade tua...
Aí meu ser vai aflorar
Num cantinho qualquer
Do além
Mar...
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